Giulia Bianchi (Bauru, SP, 1990) vive e trabalha em São Paulo. Sua prática artística investiga as relações entre humanos e não humanos a partir de perspectivas animistas, desafiando as fronteiras entre natureza e cultura, sujeito e objeto. Em suas pinturas, constrói ecótonos imaginários — zonas híbridas onde diferentes espécies, modos de vida e experiências sensoriais coexistem — propondo uma compreensão da natureza não como uma entidade separada, mas como uma rede de relações e percepções.

Interessada no aspecto sinestésico da pintura, Bianchi explora a capacidade da imagem de evocar experiências que extrapolam o campo da visão, mobilizando referências a sabores, aromas, sons e texturas. Por meio de composições em grande escala, da dissolução dos contornos e de uma deliberada ambiguidade visual, sua produção desloca o olhar tradicionalmente associado à pintura de paisagem e convida o espectador a experimentar um campo sensível em que o protagonismo humano é descentralizado em favor da subjetividade de animais, frutos e plantas.

Seu interesse pelo desenho surgiu ainda na infância, conduzindo-a à graduação em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), onde estudou com bolsa de estudos. Foi assistente do artista Henrique Oliveira e aprofundou sua pesquisa em pintura sob orientação de Paulo Whitaker. Participou de residências artísticas na Cité Internationale des Arts, em Paris (2022 e 2023), e na Paradiesli, na Suíça (2024). Em 2025, realizou quatro pinturas murais para a comedoria do Sesc Casa Verde, em São Paulo.

Ao longo de sua trajetória, participou de exposições em instituições como o Museu de Arte de Blumenau e o Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP), além de mostras coletivas em galerias como Marilia Razuk, Janaina Torres, Gruta, AM Galeria e Roberto Alban Galeria, em Salvador. Também integrou importantes salões de arte, entre eles o Salão Limeirense de Arte Contemporânea, onde recebeu um prêmio, e o 7º Salão dos Artistas Sem Galeria. Paralelamente à sua produção artística, atuou na área de design gráfico, experiência que ampliou seu repertório visual e aprofundou sua compreensão dos processos de construção da imagem.

Giulia Bianchi (Bauru, SP, 1990) vive e trabalha em São Paulo. Sua prática artística investiga as relações entre humanos e não humanos a partir de perspectivas animistas, desafiando as fronteiras entre natureza e cultura, sujeito e objeto. Em suas pinturas, constrói ecótonos imaginários — zonas híbridas onde diferentes espécies, modos de vida e experiências sensoriais coexistem — propondo uma compreensão da natureza não como uma entidade separada, mas como uma rede de relações e percepções.

Interessada no aspecto sinestésico da pintura, Bianchi explora a capacidade da imagem de evocar experiências que extrapolam o campo da visão, mobilizando referências a sabores, aromas, sons e texturas. Por meio de composições em grande escala, da dissolução dos contornos e de uma deliberada ambiguidade visual, sua produção desloca o olhar tradicionalmente associado à pintura de paisagem e convida o espectador a experimentar um campo sensível em que o protagonismo humano é descentralizado em favor da subjetividade de animais, frutos e plantas.

Seu interesse pelo desenho surgiu ainda na infância, conduzindo-a à graduação em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), onde estudou com bolsa de estudos. Foi assistente do artista Henrique Oliveira e aprofundou sua pesquisa em pintura sob orientação de Paulo Whitaker. Participou de residências artísticas na Cité Internationale des Arts, em Paris (2022 e 2023), e na Paradiesli, na Suíça (2024). Em 2025, realizou quatro pinturas murais para a comedoria do Sesc Casa Verde, em São Paulo.

Ao longo de sua trajetória, participou de exposições em instituições como o Museu de Arte de Blumenau e o Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP), além de mostras coletivas em galerias como Marilia Razuk, Janaina Torres, Gruta, AM Galeria e Roberto Alban Galeria, em Salvador. Também integrou importantes salões de arte, entre eles o Salão Limeirense de Arte Contemporânea, onde recebeu um prêmio, e o 7º Salão dos Artistas Sem Galeria. Paralelamente à sua produção artística, atuou na área de design gráfico, experiência que ampliou seu repertório visual e aprofundou sua compreensão dos processos de construção da imagem.