Bruno Vilela trabalha com a desconstrução e o deslocamento dos mitos ancestrais. Uma obsessão por tornar visível as imagens do inconsciente. A tríplice fronteira entre cinema, desenho e pintura. Conceitualmente opera entre arte, psicanálise e religião.
Uma produção muito próxima a do cinema: preparar uma locação com atriz, figurino, luz específica e fotografar a cena. Então escolhe a melhor imagem para pintar. “O óleo vai onde a lente não alcança”.
Em 2014 os cineastas Beto Brant e Cláudio Assis produziram um documentário sobre sua obra. Vilela está em importantes instituições como a do Banco Mundial em Washington; CCSP e Biblioteca Mário de Andrade em São Paulo; Museu nacional da República em Brasília; MAC Ceará em Fortaleza; MAMAM, FUNDAJ e Museu do Estado em Pernambuco e no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Em 2024 produziu seu primeiro filme. O curta metragem O Ano da Serpente participou de festivais importantes como o Kinoforum em São Paulo e o Berlin Lift-Off Film na Alemanha.
Produziu individuais em instituições como: Projeto Carpe Diem em Lisboa; Paço das Artes em São Paulo; MAC Ceará em Fortaleza e Museu do Estado em Pernambuco. Também participou de coletivas no MAC Niterói; Memorial da América Latina e MUBE em São Paulo; Troy House Foundation em Londres e o World Bank Art Program em Washington. Foi por duas vezes finalista do Prêmio Marcantônio Vilaça.
Fez individuais em Galerias como: Anita Schwartz no Rio de Janeiro – 2016 e 2019; Lume em São Paulo – 2023; Marco Zero em Recife – 2025 e apresentará sua próxima na Galeria Luis Maluf em março de 2026.
Em 2010 ganhou o Prêmio FUNARTE de Artes Plásticas; 2013 ganha o Prêmio de melhor direção de arte de Curta-Metragem do Festival de cinema de Triunfo e em 2022 ganhou a medalha de ouro do Prêmio Design Brasil com o livro de carreira
A persistência da luz, em parceria com a pesquisadora Clarissa Diniz.
Bruno Vilela trabalha com a desconstrução e o deslocamento dos mitos ancestrais. Uma obsessão por tornar visível as imagens do inconsciente. A tríplice fronteira entre cinema, desenho e pintura. Conceitualmente opera entre arte, psicanálise e religião.
Uma produção muito próxima a do cinema: preparar uma locação com atriz, figurino, luz específica e fotografar a cena. Então escolhe a melhor imagem para pintar. “O óleo vai onde a lente não alcança”.
Em 2014 os cineastas Beto Brant e Cláudio Assis produziram um documentário sobre sua obra. Vilela está em importantes instituições como a do Banco Mundial em Washington; CCSP e Biblioteca Mário de Andrade em São Paulo; Museu nacional da República em Brasília; MAC Ceará em Fortaleza; MAMAM, FUNDAJ e Museu do Estado em Pernambuco e no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Em 2024 produziu seu primeiro filme. O curta metragem O Ano da Serpente participou de festivais importantes como o Kinoforum em São Paulo e o Berlin Lift-Off Film na Alemanha.
Produziu individuais em instituições como: Projeto Carpe Diem em Lisboa; Paço das Artes em São Paulo; MAC Ceará em Fortaleza e Museu do Estado em Pernambuco. Também participou de coletivas no MAC Niterói; Memorial da América Latina e MUBE em São Paulo; Troy House Foundation em Londres e o World Bank Art Program em Washington. Foi por duas vezes finalista do Prêmio Marcantônio Vilaça.
Fez individuais em Galerias como: Anita Schwartz no Rio de Janeiro – 2016 e 2019; Lume em São Paulo – 2023; Marco Zero em Recife – 2025 e apresentará sua próxima na Galeria Luis Maluf em março de 2026.
Em 2010 ganhou o Prêmio FUNARTE de Artes Plásticas; 2013 ganha o Prêmio de melhor direção de arte de Curta-Metragem do Festival de cinema de Triunfo e em 2022 ganhou a medalha de ouro do Prêmio Design Brasil com o livro de carreira
A persistência da luz, em parceria com a pesquisadora Clarissa Diniz.













