SP-Arte 2022

SP-Arte 2022

06 a 10 de Abr 2022
Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera (portão 3)

Estade G3

A Luis Maluf Galeria de Arte apresenta na SP-Arte 2022 obras que trazem diálogos sobre os diferentes usos da matéria e das formas contemporâneas de apresentá-la. As obras agrupam-se nos seguintes temas: “Mancha e gesto”, com obras de Aline Bispo, Clara Benfatti, Edu Silva, Mariano Barone, Yohannah de Oliveira e Thiago Haidar, com fortes estudos sobre paisagem e identidade; “Matéria no tempo”, com obras de Vinicius Parisi e Tatiane Freitas, que contam histórias através do diálogo entre a madeira e o acrílico, em duas produções distintas e complementares; “Mecanismos digitais”, com obras de Marck, Michelangelo Bastiani e Marina Sader, que utilizam de materiais concretos em contraponto ao imaterial, em produções digitais; “Elemento urbano”, com obras de Apolo Torres, Cranio, Finok, Gian Luca Ewbank e Vermelho Steam, que utilizam de referências da arte de rua em suas composições; “Corpos em diálogo”, com trabalhos de Anny Lemos, Jesse Thompson e Luiz Escañuela, que têm em comum as relações do corpo com o espaço norteando suas pesquisas e produções.

SP-Arte 2022

06 a 10 de Abr 2022
Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera (portão 3)

Estade G3

A Luis Maluf Galeria de Arte apresenta na SP-Arte 2022 obras que trazem diálogos sobre os diferentes usos da matéria e das formas contemporâneas de apresentá-la. As obras agrupam-se nos seguintes temas: “Mancha e gesto”, com obras de Aline Bispo, Clara Benfatti, Edu Silva, Mariano Barone, Yohannah de Oliveira e Thiago Haidar, com fortes estudos sobre paisagem e identidade; “Matéria no tempo”, com obras de Vinicius Parisi e Tatiane Freitas, que contam histórias através do diálogo entre a madeira e o acrílico, em duas produções distintas e complementares; “Mecanismos digitais”, com obras de Marck, Michelangelo Bastiani e Marina Sader, que utilizam de materiais concretos em contraponto ao imaterial, em produções digitais; “Elemento urbano”, com obras de Apolo Torres, Cranio, Finok, Gian Luca Ewbank e Vermelho Steam, que utilizam de referências da arte de rua em suas composições; “Corpos em diálogo”, com trabalhos de Anny Lemos, Jesse Thompson e Luiz Escañuela, que têm em comum as relações do corpo com o espaço norteando suas pesquisas e produções.

 

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