
Arthur Siebra Barreto nasceu em Crato-CE, onde viveu em constante contato com a natureza no sítio de seus avós maternos, juntamente com seus pais, irmão e tia, durante toda a infância e adolescência. Em 2015 foi à Fortaleza-CE para cursar História, da qual sairia no terceiro semestre para migrar e se formar em Filosofia, onde atualmente é mestre e doutorando onde pesquisa e sugere uma teoria pedagógico-moral da Natureza de repercussão ética para a vida humana, sob uma perspectiva de filosofia enquanto contribuinte à espiritualidade e modos de vida.
Iniciou-se na pintura em 2010, onde fez aulas no Crato durante um mês com o pintor Paulo Bento. Em seguida, toda sua trajetória de estudos veio a ser autodidata, estudando o passado e técnicas da pintura através de obras dos grandes pintores e pintoras da história, vídeos e alguns cursos online. Em 2018 firmou-se seriamente na produção artística com um propósito maturado: a trabalhar narrativas sobre a condição humana em toda sua odisseia existencial; os sentimentos (pathos), o trágico, a alienação e a espiritualidade imersos na Natureza através de retratos, cenas dramáticas e paisagens que em muitas vezes remetem ao imaginário brasileiro, cultura e vegetação nordestinas, num espectro místico-onírico-atemporal. Por fim, sua obra é fruto do drama e das angústias do mundo antropoceno; fruto de um anseio advindo de uma realidade de consumo e trabalho desenfreados, onde esquecemos de si mesmo, dos outros, e de que somos parte indissociável da Natureza; anseio por retorno à simplicidade deste elo perdido de vínculo primordial entre nós e o mundo natural.
Pesquisa poéticas e filosofias da arte, os realismos, expressionismos e simbolismos nas pinturas manifestadas durante a história, assim como pintores esporádicos de grande influência em seu trabalho tais como Rembrandt, Goya, Lars Hertevig, William Turner, Munch, Olga Boznanska, Kathe Kollwitz, Odd Nerdrum, dentre outros.
Arthur Siebra Barreto nasceu em Crato-CE, onde viveu em constante contato com a natureza no sítio de seus avós maternos, juntamente com seus pais, irmão e tia, durante toda a infância e adolescência. Em 2015 foi à Fortaleza-CE para cursar História, da qual sairia no terceiro semestre para migrar e se formar em Filosofia, onde atualmente é mestre e doutorando onde pesquisa e sugere uma teoria pedagógico-moral da Natureza de repercussão ética para a vida humana, sob uma perspectiva de filosofia enquanto contribuinte à espiritualidade e modos de vida.
Iniciou-se na pintura em 2010, onde fez aulas no Crato durante um mês com o pintor Paulo Bento. Em seguida, toda sua trajetória de estudos veio a ser autodidata, estudando o passado e técnicas da pintura através de obras dos grandes pintores e pintoras da história, vídeos e alguns cursos online. Em 2018 firmou-se seriamente na produção artística com um propósito maturado: a trabalhar narrativas sobre a condição humana em toda sua odisseia existencial; os sentimentos (pathos), o trágico, a alienação e a espiritualidade imersos na Natureza através de retratos, cenas dramáticas e paisagens que em muitas vezes remetem ao imaginário brasileiro, cultura e vegetação nordestinas, num espectro místico-onírico-atemporal. Por fim, sua obra é fruto do drama e das angústias do mundo antropoceno; fruto de um anseio advindo de uma realidade de consumo e trabalho desenfreados, onde esquecemos de si mesmo, dos outros, e de que somos parte indissociável da Natureza; anseio por retorno à simplicidade deste elo perdido de vínculo primordial entre nós e o mundo natural.
Pesquisa poéticas e filosofias da arte, os realismos, expressionismos e simbolismos nas pinturas manifestadas durante a história, assim como pintores esporádicos de grande influência em seu trabalho tais como Rembrandt, Goya, Lars Hertevig, William Turner, Munch, Olga Boznanska, Kathe Kollwitz, Odd Nerdrum, dentre outros.







